Cultura maker: por que apostar nesta modalidade

O ‘fazer’ como tendência tem transformado produtos e serviços e apresentado ao mercado uma nova maneira de consumir

Classificada como “faça você mesmo”, a cultura maker se baseia na criação ou modificação de qualquer coisa com as mãos. Apesar de, em um primeiro momento, ser associada a itens artesanais, esta modalidade vem conquistando o mercado principalmente na área da tecnologia. 

 

Apropriando-se de ferramentas como kits de robótica e impressoras 3D, o movimento maker ainda usa a internet como uma das suas maiores aliadas. 

 

A ideia é usar protótipos para cada projeto. E, diferentemente da forma tradicional, a prototipagem pode vir na forma do entendimento dos processos e pensamento das soluções – concretas ou abstratas – para os temas em questão. 

 

Este comportamento é resultado de uma agilidade que move esta forma de pensar. O planejamento fica um pouco de lado para dar espaço às ações. Os erros, quando absorvidos e entendidos, se transformam em oportunidades e o tempo não é desperdiçado. 

 

Além desta rapidez, a cultura maker prega ainda a colaboração. Se o meu negócio está estagnado por conta de uma falta de conhecimento do grupo, o próximo passo deve ser buscar alguém que tenha esta informação e possa desenvolver uma solução. Seja por meio de consultorias ou mesmo para a troca de experiências, a chave é não ter medo de compartilhar. 

 

Esta cultura está mudando, inclusive, a forma como as instituições de ensino se comportam. Mais do que as aulas teóricas, as atividades em laboratórios, por exemplo, estão ganhando destaque. A valorização da mão na massa tem ressignificado a maneira como os educadores passam o conhecimento para frente. 

 

Além disso, ela tem impulsionado a criação de espaços de ‘fabricação’ onde as pessoas e empresas vão para desenvolver projetos e testar novos produtos ou serviços. O ambiente não é somente compartilhado, mas interativo e colaborativo. 

 


Categoria(s): Primeiros Passos