Conheça 4 tipos de feedback e escolha o melhor para a sua gestão

Corretivo, positivo, insignificante e ofensivo: o jeito como a mensagem é transmitida interfere diretamente na mudança (ou não) de comportamento dos seus colaboradores

Corretivo, positivo, insignificante e ofensivo: o jeito como a mensagem é transmitida interfere diretamente na mudança (ou não) de comportamento dos seus colaboradores

Quem nunca recebeu um feedback errado? E quem nunca recebeu um feedback que mudou sua trajetória profissional ou até pessoal? Pois é, apesar da sociedade interconectada em que vivemos insistir em relações cada vez mais virtuais, a conversa olho no olho ainda tem seu papel no mundo corporativo.

Seja formal ou informal, o feedback é uma das artes da gestão.

Portanto, escolher a forma correta de pontuar o que deve ser dito – da forma como deve ser dito – necessita de aplicação e aprofundamento.

Cada colaborador é um colaborador e sair soltando comentários do senso comum não é produtivo para nenhum dos lados.

Lembremos, antes de mais nada, que feedback exige comprometimento: o funcionário sempre espera que, nesse momento, o gestor esteja presente (de corpo e mente) e que tenha analisado seu caso com isenção e sabedoria.

Soma-se a isso a maneira como o gestor deve abordar alguns temas: a linguagem escolhida e o local selecionado, de preferência isolado, e que seja confortável para ambos os envolvidos.

Dos muitos tipos de feedback, quatro se destacam: corretivo, positivo, insignificante e ofensivo. E por mais que pareça óbvio que o feedback positivo seja o mais utilizado pela gestão, invariavelmente, coordenadores, diretores e presidentes acabam pendendo para o insignificante ou até o ofensivo. 

Aos feedbacks:

Corretivo

Como o nome já diz, o feedback corretivo tem por objetivo corrigir o rumo de um comportamento inadequado. Como mexe com a coerência, vaidade e métricas de desempenho, é passível de conflitos, uma vez que o colaborador em questão pode ter uma visão diferente do que a chefia sobre seu trabalho.

Positivo

É o feedback mais desejável. Reforça o bom comportamento, estimula novas formas de trabalho e deixa o colaborador ciente, da melhor forma possível, do que precisa ser feito dali em diante.

Insignificante

Pusilânime, “sem sal nem açúcar”, é o feedback que peca não somente pela falta de comprometimento com o funcionário, como também não impacta nenhuma das partes. Passa por uma conversa insossa e não gera frutos.

Ofensivo

Jamais recomendado, vem carregado de humilhações, gritos e ofensas gratuitas. Além de agressivo e zero agregador, gera dores de cabeça para o gestor e a empresa, uma vez que pode ser enquadrado como assédio moral.

Agora que você conhece os quatro feedbacks principais, dê significância ao seu: reforce o lado positivo do seu colaborador, corrija o que está errado e trabalhe para melhorar o que pode ser melhorado. Quando houver expectativas, alinhe-as com sua equipe e atue para superá-las.

Foto: https://shutr.bz/2sAPfKU e https://shutr.bz/2t2tbGg


Categoria(s): Recursos Humanos