Dúvidas sobre precificação? Entenda como funciona

Valores propostos podem ser determinantes no sucesso (ou fracasso) do seu negócio

Definir o preço de determinado produto ou serviço é um dos maiores desafios para os empreendedores que estão abrindo seus negócios. Se por um lado é importante ter noção da concorrência, por outro é essencial levar em conta os custos para não ter prejuízos no final do mês. 

 

Desta maneira, a primeira medida deve ser colocar no papel quais são os gastos que viabilizam a operação. Além da matéria-prima, calcule as horas trabalhadas, colaboradores, impostos e tudo o que envolver a elaboração do seu produto. Se a sua empresa oferecer um serviço, então o custo da hora é o mais relevante. São considerados os salários, aluguel do espaço, luz, água, entre outros. 

 

Com este valor, o empreendedor consegue ter uma ideia do mínimo que precisa ser cobrado para que todas as despesas sejam cobertas. Com o piso em mente, o próximo passo é explorar a margem de lucro.

 

Não existe uma porcentagem ideal que deve ser aplicada. Preços baixos podem ser um atrativo, mas é preciso tomar cuidado para não comprometer as finanças no futuro; já preços muito altos podem afastar os consumidores. A ideia é equilibrar a balança para um preço justo, sabendo que ele é determinante para, até certo ponto, definir o tipo de público do seu negócio. 

 

Além disso, a concorrência não deve ser a base, mas precisa sim ser considerada. Afinal, se o preço destoar muito do mercado, o consumidor pode ficar desconfiado. O público precisa entender que o valor que a marca cobra corresponde a qualidade do produto ou serviço que ela entrega. 

 

Por isso, uma armadilha é colocar os valores lá em cima e depois viver das promoções. Os descontos são usados como um chamariz, mas não podem ser vistos como irrelevantes. Um empreendimento que nunca cobre o valor inteiro pode dar a impressão que não leva a sério os preços que cobra. 


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